Já repararam como os
tempos atuais tornaram fácil ouvir ou ler as palavras “tudo”, “nada”, “maioria”,
“ninguém” e afins? Essa é uma situação, a meu ver, desconcertante (embora eu
não vá usar termos de “baixo calão” nessa publicação, sinta-se livre para
deixar sua mente buscar palavras mais adequadas, leitor(a)).
Deveria ser suspeito o
fato de um candidato a historiador estar criticando a generalização de alguns
fatos, visto que a História apresenta com regularidade religiosa esse tipo de
recurso discursivo. Todavia, como poderiam confirmar alguns amigos, não sou lá
um estudante muito ortodoxo nesse sentido.
Parece-me, pela minha
parca experiência de vida, que falta às pessoas (pelo menos aquelas com quem eu
convivo) um pouco de entendimento sobre análise do discurso. Será que esses
indivíduos não escutam o que dizem, escrevem, compartilham? Ou será que eu
estou sendo chato, pra variar?
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