terça-feira, 4 de setembro de 2012

O absolutismo da generalização


Já repararam como os tempos atuais tornaram fácil ouvir ou ler as palavras “tudo”, “nada”, “maioria”, “ninguém” e afins? Essa é uma situação, a meu ver, desconcertante (embora eu não vá usar termos de “baixo calão” nessa publicação, sinta-se livre para deixar sua mente buscar palavras mais adequadas, leitor(a)).
Deveria ser suspeito o fato de um candidato a historiador estar criticando a generalização de alguns fatos, visto que a História apresenta com regularidade religiosa esse tipo de recurso discursivo. Todavia, como poderiam confirmar alguns amigos, não sou lá um estudante muito ortodoxo nesse sentido.
Parece-me, pela minha parca experiência de vida, que falta às pessoas (pelo menos aquelas com quem eu convivo) um pouco de entendimento sobre análise do discurso. Será que esses indivíduos não escutam o que dizem, escrevem, compartilham? Ou será que eu estou sendo chato, pra variar?

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